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Investimentos em engenharia e arquitetura tornam hospitais mais eficientes

Leitos de UTI longe da sala de cirurgia, refeições chegando frias aos pacientes ou custos elevados com energia são alguns exemplos de problemas enfrentados por hospitais que não investem em projetos apropriados de arquitetura e engenharia. As soluções para administrar unidades hospitalares de maneira mais eficiente serão tratadas no primeiro dia do IHF RIO 2009. Presidente de mesa com o tema Mega Tendências na Saúde e no Design de Hospitais no Brasil e no Mundo, o Gerente de Desenvolvimento da L+M Gets Gestão de Espaços e Tecnologias em Saúde, Lauro Miquelin, ressalta que a ‘entrega’ da saúde tem qualidade quando o Hospital encanta o cliente.

“ ‘Entregar Saúde’ é, neste cenário, mobilizar recursos para que o ser humano tenha o melhor estado de bem estar possível. O ambiente é um dos recursos do cenário do encantamento”, diz.

Lauro Miquelin ressalta ainda que a viabilidade econômica de um hospital passa não só pelo atendimento satisfatório, mas por cuidados como o tamanho e o local adequados, com patamares de investimentos, custos e despesas alinhados com a viabilidade da organização. Ele cita ainda outros cuidados que os empreendedores devem tomar como o uso racional de insumo do edifico. Na sua opinião, são detalhes que fazem uma enorme diferença.

“O ser humano busca, notadamente quando está dentro dos hospitais, o melhor estado de bem estar possível. Alguns de nós não conseguiremos nos curar, mas o ambiente pode reduzir os fatores externos que induzem ao desequilíbrio. O Espaço e a Tecnologia nunca substituem o toque, o sorriso e o olhar do cuidador. Mas, o ambiente pode, para muito além das cores, dar uma grande contribuição para o cenário de acolhimento. A boa arquitetura toca o coração, como a boa música”, completa.