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Lideranças discutem desafios da globalização na saúde

O Dr. Claudio Luiz Lottenberg, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Albert Einstein, coordenou o debate da sessão paralela “A Globalização na Saúde”, que teve a participação do superintendente executivo do IESS (Instituto de Estudo de Saúde Suplementar), José Cechin, do vice-presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein, Dr. Cláudio Schvartsman, e do Dr. Maurício Ceschin. O Congresso Mundial de Hospitais – IHF Rio 2009 acontece até quinta-feira (12) no Windsor Barra Hotel, no Rio de Janeiro.
O Dr. Claudio Lottenberg destacou que, com o aumento da expectativa de vida da população é preciso se preocupar com a sustentabilidade da saúde. “Acredito que essa seja nossa principal questão no debate.” O encontro falou também sobre os benefícios e os desafios da globalização na área de saúde.

O vice-presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einsten falou sobre os aspectos que envolvem a globalização da saúde, como aumento da expectativa de vida, menor taxa de mortalidade infantil e divulgação de conhecimentos. “Existe também a globalização da doença, seja pela importação de hábitos (obesidade e sedentarismo), ou pelas doenças infecciosas (dengue e vírus H1N1)”, explicou Dr. Cláudio Schvartsman.

A globalização e a tecnologia possibilitam também o fácil acesso a informação para todos, seja médico ou paciente. “Na prática, a globalização permitiu também o turismo de saúde e a prestação de serviços de diagnósticos com rapidez e baixo custo em todo o mundo”, finalizou.

O Dr. José Cechin disse que a globalização é uma realidade e não há como fugir dela. “Quem vê só o lado negativo, fala em desigualdades. Porém, é preciso buscar as oportunidades”, sugere. “O que há de novo é a intensidade com que a globalização ocorre e a relação estabelecida entre governos, pessoas e empresas.”